domingo, 19 de janeiro de 2014

Violencia nos esportes...uma questão a ser discutida.

Torcidas mostram sua face violenta nas arquibancadas paulistas

A violência presente no futebol não é um fenômeno próprio do esporte, mas uma representação do que ocorre na sociedade como um todo. A análise, que vai além das freqüentes considerações imediatistas e superficiais sobre o tema, pontuou as palestras e debates do “Fórum sobre violência no Futebol”, realizado em 19 de abril no Centro de Convenções da Unicamp. O evento, promovido pela Faculdade de Educação Física (FEF) da Universidade, reuniu especialistas de diferentes áreas, que abordaram assuntos relacionados à questão central do encontro. O objetivo do Fórum, conforme os organizadores, foi justamente estimular a reflexão sobre a problemática da violência associada ao futebol a partir de uma visão mais ampla e conseqüente.
Fórum da FEF reuniu especialistas de várias áreas
De acordo com o professor Maurício Murad, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), é um equívoco considerar a violência relacionada ao futebol brasileiro como um episódio isolado do restante da sociedade. “Assim como é um erro responsabilizar as torcidas organizadas pelos atos violentos praticados no estádio ou no seu entorno. Meus estudos indicam que apenas 5% dos indivíduos vinculados a essas agremiações agem de forma agressiva ou transgressora. Ou seja, trata-se de uma minoria dentro de uma minoria, visto que as organizadas constituem apenas uma parcela do público que costuma acompanhar o futebol’, afirmou. O docente lembrou que o tema violência começou a ganhar espaço no noticiário e a preocupar a sociedade brasileira nos idos dos anos 60, período do regime militar. Vinte anos depois, o fenômeno também atingiu o futebol de forma mais pronunciada.
Atualmente, insistiu Murad, os atos violentos praticados por ocasião dos jogos estão restritos a alguns grupos. Não raro, são os mesmos que também se infiltram nos bailes funks, nos grandes shows musicais e nas festas de carnaval para causar confusões e brigas. “São grupos formados predominantemente por jovens entre 15 e 24 anos, que vivem em áreas de risco ou dominadas pelo crime organizado, onde serviços públicos como saúde, educação e lazer praticamente inexistem. Mas não se trata de dizer, evidentemente, que violência é exclusividade de pobres e de indivíduos com baixa escolaridade. Nada disso. Muita gente de classe alta e com curso superior também é adepta da pancadaria”, advertiu.
Para o docente da UERJ, uma evidência de que a violência relacionada ao futebol não está tão generalizada quanto alguns acreditam é o fato de a maioria dos torcedores presentes ao estádio aplaudir quando um indivíduo é preso pela Polícia Militar após uma agressão, por exemplo. “A violência no futebol não assumiu proporções tão grandes quanto a violência em geral justamente porque a maioria dos aficionados é contra a sua progressão. Isso não significa que a violência presente no esporte não deva ser combatida. Medidas preventivas e punitivas são indispensáveis para que haja um maior controle sobre o problema”, defendeu Murad.
A professora Heloisa Reis, da FEF, reforçou o fato de a violência no futebol estar estreitamente ligada à violência mais geral, cujas raízes encontram-se na baixa qualidade do ensino público, na alta taxa de desemprego, na impunidade e no desrespeito aos direitos dos torcedores (leia-se cidadãos), entre outros fatores. Desde os primórdios, segundo ela, a prática do esporte é acompanhada de brigas, seja entre jogadores, seja entre torcedores. “Trata-se, portanto, de um fenômeno histórico que deve ser abordado no contexto cultural no qual se desenvolve”, destacou. A docente chamou igualmente a atenção para os riscos das generalizações. Assinalou que os jogos de futebol constituem um espaço significativo de reunião da juventude, que precisa ser preservado como tal. “Nem todos os jovens, obviamente, são violentos. Demonizar as torcidas organizadas, que na sua maioria é formada por homens de 15 a 25 anos, não é um bom caminho para tentar compreender e, conseqüentemente, controlar o problema”, pontificou.
Embora não acredite na possibilidade de erradicar os episódios violentos do âmbito do futebol, a docente considerou ser factível minimizá-los, a exemplo do que fizeram alguns países, notadamente a Espanha, onde a pesquisadora realizou estudos sobre o tema. Segundo Heloisa Reis, algumas medidas já foram adotadas nesse sentido no Brasil, como a criação do Estatuto do Torcedor e a instituição da Comissão Paz no Esporte. Recentemente, a Federação Paulista de Futebol (FPF) lançou a idéia de premiar as torcidas organizadas que melhor se comportarem durante as partidas. “Mas ainda temos muito que fazer: desde qualificar o policiamento para atuar em eventos esportivos até reformar nossas arenas, passando evidentemente pelo combate à impunidade e à corrupção”, sugeriu.

Via alternativa – Mas se a violência relacionada ao futebol é uma representação do que ocorre na sociedade brasileira, que modelos estão sendo adotados para prevenir o problema no plano mais geral? De acordo com Theodomiro Dias Neto, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e diretor do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (Ibccrim), existe uma visão equivocada da violência urbana no Brasil. Freqüentemente, disse, a questão é analisada a partir de uma perspectiva criminalizante. “Existe uma hegemonia do discurso repressivo, o que torna os debates pouco elucidativos. A tendência tem sido de combater os sintomas e não as causas do problema. Fazendo uma comparação livre, é como se estivéssemos administrando um remédio numa pessoa doente, sem saber para que o medicamento serve”, analisou.
Diante da ineficácia das ações, prosseguiu o especialista, a sociedade fica inclinada a pedir a intensificação das medidas, geralmente por meio de uma resposta penal mais severa. Ou seja, aumenta-se a dose do remédio, estabelecendo um círculo vicioso. “Criminalizar um fato social é, muitas vezes, um bom caminho para agravar o problema”, afirmou Theodomiro Dias Neto. O professor da FGV relatou, entretanto, que está emergindo no país um modelo progressista que faz uma abordagem diferenciada da questão da segurança urbana. Este, segundo ele, emprega um discurso técnico em contraposição ao discurso repressivo, que entende que a solução da problemática está no combate a alguns tipos de crimes [homicídios, roubos etc] e em reduzir a política de segurança a uma política estritamente criminal.
Theodomiro Dias Neto informou que as localidades que conseguiram diminuir significativamente os índices de criminalidade só obtiveram êxito porque entenderam que existem medidas fora da esfera penal. Bogotá, conforme o docente da FGV, é um bom exemplo nesse sentido. As autoridades da capital colombiana entenderam que gerir a segurança urbana é o mesmo que administrar problemas. Perceberam, ainda, que existe uma diferença entre o crime e o medo do crime. Por último, reservaram um olhar multidisciplinar para os conflitos que teriam que enfrentar. “A primeira medida adotada em Bogotá foi tornar o trânsito mais civilizado. A iniciativa teve um caráter simbólico importante, pois ajudou a transformar as relações urbanas e a enfrentar a violência de forma mais abrangente”, explicou.
Além disso, a população de Bogotá aderiu amplamente a uma campanha batizada de “Livros que voam”. Esta consiste em deixar livros em locais públicos, como pontos de ônibus, para que outras pessoas possam lê-los. “Essa experiência demonstra que a política de segurança urbana exige os seguintes pressupostos: análise local do problema, descentralidade das ações, olhar contextualizado da realidade e participação da sociedade civil. No lugar de programas como tolerância zero, o que se espera atualmente é que haja uma máxima tolerância na convivência urbana. Voltando ao exemplo do remédio, eu diria que a resposta penal é o medicamento mais forte de que dispomos. Como tal, ele só deve ser usado em situações extremas”, concluiu o professor da FGV.
O assunto violência também foi abordado pela médica Maria Fernanda Tourinho Peres, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP. De acordo com os números divulgados por ela, entre 1980 e 2002 foram registrados 673.762 homicídios no Brasil, sendo que 110 mil (16,4%) vitimaram crianças e jovens na faixa etária de 0 a 19 anos. Destas, 87,6% tinham entre 15 e 19 anos. A maioria dos crimes (60%), conforme a especialista, foi cometida com armas de fogo. Os dados fornecidos por Maria Fernanda Peres também indicaram que a criminalidade não é mais um problema específico do eixo formado pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória. “O fenômeno está nacionalizado”, disse.
A pesquisadora do NEV afirmou que a maioria das crianças e jovens assassinados residia em áreas periféricas dos grandes centros urbanos. Assim como outros analistas, ela advertiu que não se trata de dizer que a pobreza em si é responsável pela ampliação da violência. “O que ocorre é que nessas localidades a população está exposta a uma superposição de privações, como baixa renda, baixa escolaridade, falta de atendimento em saúde, desemprego etc. Se quisermos reduzir a violência, essas questões precisarão ser atacadas”, explicou. Para o diretor da FEF, Paulo César Montagner, o “Fórum sobre violência no futebol” foi uma demonstração de que a Universidade é capaz de gerar conhecimentos que contribuem para a melhor compreensão dos problemas que afligem a sociedade.

domingo, 11 de agosto de 2013

Educação Física no ensino fundamental e médio

Educação física poderá ter carga horária de duas horas semanais nas escolas


Matéria poderá passar a ser obrigatória na educação básica

 A disciplina de Educação Física poderá ser considerada obrigatória na educação básica, com carga horária mínima de duas horas semanais. É o que estabelece o projeto  de lei do Senado (PLS) 249/2012, do senador Eduardo Amorim (PSC-SE). O PLS é o primeiro dos doze itens da pauta de votações da Comissão de Educação,Cultura e Esporte para a reunião desta terça-feira (6), às 11h. O projeto tramita em caráter terminativo.
Na justificativa do projeto, o autor diz que, desde 1996, quando da promulgação da Lei de Diretrizes e Bases para a Educação (LDB – Lei 9.394/1996), não há mais determinação de carga horária das disciplinas e a escola é que elabora seu projeto pedagógico e define a carga horária de cada uma delas.
Na visão de Eduardo Amorim, seu projeto tornaria possível estabelecer carga horária mínima de Educação Física do ensino fundamental e médio, determinando a obrigatoriedade de duas aulas semanais da disciplina nas escolas públicas e particulares em todo o país.
— Apesar dos benefícios da educação física, os professores da disciplina sempre tiveram que se preocupar em demonstrar para os pais, para o corpo docente e até mesmo para os alunos sua finalidade e sua importância para o futuro da sociedade.
Entre os benefícios da disciplina, o senador destaca que a educação física ajuda no desenvolvimento motor das crianças, além de combater diversas doenças relacionadas ao sedentarismo, como obesidade, diabetes e problemas cardíacos.
— Não se dá a devida importância a essa que é uma matéria essencial no currículo escolar.
Ao recomendar a aprovação do projeto, o relator na CE, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), concorda que a mudança proposta reforça a importância da educação física nas escolas.
— Podemos afirmar que a maioria das escolas de ensino fundamental e médio já observa essa prescrição. Desse modo, sua previsão em lei apenas reforça a relevância da educação física no projeto pedagógico de cada escola e, por conseguinte, na formação dos estudantes.

R7

segunda-feira, 29 de julho de 2013

TRISTE JUDICIÁRIO...

TRISTE JUDICIÁRIO ...
 


 
 
 MARCO ANTONIO VILLA
 
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é formado por 33 ministros.
Foi criado pela Constituição de 1988.
Poucos conhecem ou acompanham sua atuação, pois as atenções nacionais estão concentradas no Supremo Tribunal Federal.
No site oficial está escrito que é o tribunal da cidadania. Será?
Um simples passeio pelo site permite obter algumas informações preocupantes.
 
O tribunal tem 160 veículos, dos quais 112 são automóveis e os restantes 48 são vans, furgões e ônibus. 
É difícil entender as razões de tantos veículos para um simples tribunal. 
Mais estranho é o número de funcionários. São 2.741 efetivos.
 Muitos, é inegável.
  Mas o número total é maior ainda.
 Os terceirizados representam 1.018.
 Desta forma, um simples tribunal tem 3.759 funcionários, com a média aproximada de mais de uma centena de trabalhadores por ministro!!
 
Mesmo assim, em um só contrato, sem licitação, foram destinados quase R$2 milhões para serviço de secretariado.
Não é por falta de recursos que os processos demoram tantos anos para serem julgados.

 Dinheiro sobra.
 Em 2010, a dotação orçamentária foi de R$ 940 milhões.
O dinheiro foi mal gasto. Só para comunicação e divulgação institucional foram reservados R$ 11 milhões, para assistência médica a dotação foi de R$ 47 milhões e mais 45 milhões de auxílio-alimentação.
Os funcionários devem viver com muita sede, pois foram destinados para compra de água mineral R$ 170 mil.
E para reformar uma cozinha foram gastos R$ 114 mil.
Em um acesso digno de Oswaldo Cruz, o STJ consumiu R$ 225 mil em vacinas!
 À conservação dos jardins, que, presumo, devem estar muito bem conservados, o tribunal reservou para um simples sistema de irrigação a módica quantia de R$ 286 mil.
Se o passeio pelos gastos do tribunal é aterrador, muito pior é o cenário quando analisamos a folha de pagamento.
 
O STJ fala em transparência, porém não discrimina o nome dos ministros e funcionários e seus salários. 
Só é possível saber que um ministro ou um funcionário (sem o respectivo nome) recebeu em certo mês um determinado salário bruto. E só.
 Mesmo assim, vale muito a pena pesquisar as folhas de pagamento, mesmo que nem todas, deste ano, estejam disponibilizadas.
 
A média salarial é muito alta.
 Entre centenas de funcionários efetivos é muito difícil encontrar algum que ganhe menos de 5 mil reais.
 
Mas o que chama principalmente a atenção, além dos salários, são os ganhos eventuais, denominação que o tribunal dá para o abono, indenização e antecipação das férias, a antecipação e a gratificação natalinas, pagamentos retroativos e serviço extraordinário e substituição.
 
Ganhos rendosos.
 Em março deste ano um ministro recebeu, neste item, 169 mil reais.
Infelizmente há outros dois que receberam quase que o triplo: um recebeu R$ 404 mil; e outro, R$ 435 mil. Este último, somando o salário e as vantagens pessoais, auferiu quase meio milhão de reais em apenas um mês!
Os outros dois foram “menos aquinhoados”, um ficou com R$197 mil e o segundo, com 432 mil.
 
A situação foi muito mais grave em setembro.
Neste mês, seis ministros receberam salários astronômicos: variando de R$ 190 mil a R$ 228 mil.
 
Os funcionários (assim como os ministros) acrescem ao salário (designado, estranhamente, como “remuneração paradigma”) também as “vantagens eventuais”, além das vantagens pessoais e outros auxílios (sem esquecer as diárias).
 
Assim, não é incomum um funcionário receber R$ 21 mil, como foi o caso do assessor-chefe CJ-3, do ministro 19, os R$ 25,8 mil do assessor-chefe CJ-3 do ministro 22, ou, ainda, em setembro, o assessor chefe CJ-3 do do desembargador 1 recebeu R$ 39 mil (seria cômico se não fosse trágico: até parece identificação do seriado “Agente 86”).

Em meio a estes privilégios, o STJ deu outros péssimos exemplos.
Em 2010, um ministro, Paulo Medina, foi acusado de vender sentenças judiciais, foi condenado pelo CNJ.
Imaginou-se que seria preso por ter violado a lei sob a proteção do Estado, o que é ignóbil.
Não, nada disso.
A pena foi a aposentadoria compulsória! Passou a receber R$ 25 mil.
 E que pode ser extensiva à viúva como pensão.
 
Em outubro do mesmo ano, o presidente do STJ, Ari Pargendler, foi denunciado pelo estudante Marco Paulo dos Santos.
 O estudante, estagiário no STJ, estava numa fila de um caixa eletrônico da agência do Banco do Brasil existente naquele tribunal. Na frente dele estava o presidente do STJ. Pargendler, aos gritos, exigiu que o rapaz ficasse distante dele, quando já estava aguardando, como todos os outros clientes, na fila regulamentar.
 O presidente daquela Corte avançou em direção ao estudante, arrancou o seu crachá e gritou:
 “Sou presidente do STJ e você está demitido, isso aqui acabou para você.”
 E cumpriu a ameaça.
 O estudante, que dependia do estágio recebia R$ 750, foi sumariamente demitido.
 
Certamente o STJ vai argumentar que todos os gastos e privilégios são legais.
 E devem ser.
 Mas são imorais, dignos de uma república bufa.
 Os ministros deveriam ter vergonha de receber 30, 50 ou até 480 mil reais por mês.
Na verdade devem achar que é uma intromissão indevida examinar seus gastos.
Muitos, inclusive, podem até usar o seu poder legal para coagir os críticos.
 
Triste Judiciário.
 
Depois de tanta luta para o estabelecimento do estado de direito, acabou-se confundindo independência com a gastança irresponsável de recursos públicos, e autonomia com prepotência.
Deixou de lado a razão da sua existência: fazer justiça.
 
 
* MARCO ANTONIO VILLA é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (SP).
 

sábado, 27 de julho de 2013

Cinco boas respostas, com notável valor pedagógico

Cinco boas respostas, com notável valor pedagógico
 
PRIMEIRA - Compreensão
No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! - responde o aluno.
- Quatro? - replica o professor, um arrogante, daqueles que sentem
prazer em gozar com os erros dos alunos.
- Tragam um fardo de palha, pois temos um burro na sala. - ordena o
professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - pediu o aluno.
O professor ficou furioso e expulsou-o da sala. O aluno era Aparício
Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair, o aluno
ainda teve a audácia de corrigir o irritado mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro:
dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha
um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da história:A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.

Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou
acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja palha!!!
SEGUNDA -
 A roupa faz a diferença?Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava
descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma
senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranquilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando
um médico e não uma vestimenta....
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem
parece um médico...
- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... as vestes
parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem
vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente
para todos e depois daria um simpatiquíssimo "boa tarde!"; como se vê,
as roupas nem sempre dizem muito...

Moral da história:UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.
Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que
Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se
julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades"
derrubam qualquer vestimenta.
BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.
TERCEIRA - Boa resposta
Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na
oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o
mecânico trabalhar. Então o mecânico para e pergunta:
- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o
mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas,
conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu
termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que
eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é
praticamente o mesmo??
Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:
- 'Você já tentou fazer como eu faço, com  o motor funcionando?'

Moral da história:QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.

QUARTA - Muita Calma 
Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarreia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe
dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita
pressa, pega o remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarreia e o
farmacêutico lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento
para os nervos, ao invés de algum remédio para diarreia. Como o senhor
está se sentindo?
O senhor responde:
- Cagado... mas tô tranquilo.

Moral da história:"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".

QUINTA - Problema sério
O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na
cama, acho que tem alguém em baixo. Aí eu vou em baixo da cama e acho
que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima.
Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha
três vezes por semana, e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia
ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10 ,00 ele cortou os pés da cama...

Moral da história:MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!
HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.

Vaticano critica armadilhas políticas de Dilma


Plano frustrado – Na tentativa desesperada de escapar da crise que chacoalha o governo, a presidente Dilma Roussef acrescentou mais uma derrota política ao seu currículo. Aproveitando a visita do papa Francisco para distrair a opinião pública, Dilma abusou do oportunismo ao pedir ao religioso apoio da Igreja Católica para projetos internacionais de combate à fome.
Trata-se de uma estratégia velha e conhecida, muito utilizada pelo então presidente Lula, agora um bem sucedido lobista de empreiteiras, para minimizar os efeitos colaterais dos escândalos de corrupção que marcaram seus dois governos.A cúpula do Vaticano já descartou a possibilidade de aceitar o pedido da presidente, assim como não quer ver a Igreja Católica sendo utilizada como massa de manobra por um governo que está debaixo de sérias acusações e enfrenta uma incontestável crise de credibilidade.A necessidade de colar sua imagem à popularidade crescente do papa Francisco levou Dilma a um ato impensado. A presidente enviou ao Vaticano uma carta em que pediu para que o papa transformasse sua vinda ao Brasil em viagem de chefe de Estado, o que, de acordo com o protocolo, o obrigaria a fazer escala em Brasília. Conhecedor das muitas artimanhas que impulsionam a política, o papa descartou de pronto o pedido de Dilma.O papa Francisco está no Brasil como chefe da Igreja Católica e com o objetivo específico de participar da Jornada Mundial da Juventude, não para encontros políticos. Além disso, Jorge Mario Bergoglio, por sua trajetória, dificilmente se submeteria a uma armação partidária.O viés meramente religioso da viagem papal ficou claro no posicionamento do pontífice, que não quer a presença de políticos durante a visita à favela Varginha, no Rio de Janeiro. “O contato é com o povo, e justamente com o povo mais esquecido pelos governantes”, declarou um representante do Vaticano ao jornal “O Estado de S. Paulo”.  Em suma: Ela "sifu" nessa tramóia que deve ter o dedo de Latrus Maracutaius Lulense. 

domingo, 14 de julho de 2013

O porque de contratar médicos cubanos...

MUITO ESCLARECEDOR...EU NÃO SABIA ...

 
(Texto escrito por Marco Aurélio Albuquerque)

"Em 2006, o PT abriu seleção de bolsas para estudar medicina em Cuba, exclusivamente para membros do PT e seus familiares ou amigos.
Não foi um concurso aberto. Os beneficiários com estas bolsas, filhos de deputados, vereadores, senadores petistas e outros afiliados, se formaram em 2012 e querem voltar para o Brasil, mas não conseguem ser aprovados no exame “Revalida”.
A solução foi criar a farsa da "importação de médicos cubanos", com a desculpa de suprir postos de trabalho que os médicos brasileiros não querem ocupar.
Para isto, seria necessária a licença automática para estes médicos atuarem no Brasil, sem a prova de revalidação de diploma.
Obviamente, estes postos não serão ocupados pelos filhos do PT que, certamente, serão alocados em excelentes empregos, dentro do próprio governo, mas pelos "médicos internacionalistas" (formação que eqüivale a enfermeiro, segundo o ministro de saúde paraguaia.  São formados, para atuar em situações de pobreza extrema, dando assistência primaria, fazendo curativos, dando injeções, pequenas cirurgias, tratando gripes e resfriados, etc).....
Deu para entender o porquê da importação de médicos "cubanos"?
O povo brasileiro, mais uma vez, está caindo numa farsa política em que a situação da saúde ficará apenas pior." (do grupo Dignidade Médica)

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Partida de futebol termina com duas mortes - Maranhao

Uma simples expulsão em uma partida de futebol amador na cidade de Pio XII, no Maranhão, no último domingo, terminou com duas mortes que chocaram a região. Josenir dos Santos Abreu foi morto pelo árbitro Otávio Jordão da Silva, que na sequência foi torturado e decaptado por alguns torcedores que acompanhavam o jogo.
Após receber o cartão vermelho, Josenir, de 30 anos, agrediu o árbitro Otávio, de apenas 20, que portava uma faca e o golpeou. O jogador foi levado para o hospital em estado grave e não resistiu aos ferimentos. Enquanto Josenir estava sob cuidados médicos, os torcedores mantiveram Otávio amarrado e o torturaram. Assim que a morte do jogador foi confirmada, o árbitro foi apedrejado, esquartejado e teve uma estaca cravada na cabeça.
O crime foi registrado na 7ª Delegacia de Polícia de Santa Inês e os três principais envolvidos no caso já foram identificados. Luiz Moraes Souza foi preso na manhã desta quinta-feira, enquanto dois homens, conhecidos como Pirolo e Chiquinho, seguem foragidos.